terça-feira, 26 de novembro de 2013

Blood Money, amado pelo público mas odiado pela crítica




Quando procuram esconder algo, é porque geralmente este algo gera medo ou pode dificultar a situação de alguém ou alguma coisa. Bom, esta parece ser a situação do filme “Blood Money – Aborto legalizado”, que foi lançado no Brasil no último dia 15 de novembro e vem tendo uma ótima imagem junto ao público. Mesmo assim muitos cinemas simplesmente se recusam a colocarem o filme em cartaz e a mídia se recusa a citar o filme, mesmo ele sendo um sucesso, ou quando o faz fogem ao assunto do documentário e fazem críticas diretas ao filme. Ora, se o filme é tão ruim, qual o temor?

Salas lotadas e pessoas fascinadas com um roteiro inteligente e com argumentos baseados na juridicamente e cientificamente. Nos cinemas em que o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado” está em cartaz a cena se repete, seção lotada consecutivamente.

Não era para menos, com um roteiro que constrói e expõe seus argumentos de forma racional e simples leva o expectador a entender seus argumentos e posicionamentos. O filme não pretende expor os dois lados, pró-aborto e pró-vida, ele pretende mostrar como a cultura do aborto criou uma indústria bilionária nos EUA. Como a Parent planethood utiliza a chamada “educação sexual” para inocular a prática do aborto nas populações mais jovens, inclusive fornecendo anticoncepcionais e preservativos de baixa qualidade e buscam levar os jovens a se afastarem de uma decisão familiar. Mas talvez o ponto onde o filme mais choque seja na denúncia de controle populacional da população negra norte-americana e as péssimas condições onde os abortos são realizados.

Com depoimentos de cientistas, juristas, agentes sociais e ex-proprietários de clínicas de aborto e mulheres que realizaram abortos o filme leva a todos na sala a uma profunda reflexão sobre o tema.

Mas, os grandes meio do Brasil acusam o filme de ser panfletário (Folha), ou ainda fundamentalista (Socialista Morena) por não ser imparcial e não mostrar argumentos pró-aborto. O filme não só os mostra, como também procura responder os principais argumentos dos defensores do aborto.

É curioso ver tais críticas das grandes mídias e nos leva a refletir, quem afinal está fugindo do debate? Porque os argumentos pró-vida não podem ser expostos sem serem chamados de fundamentalistas ou panfletário? Para a surpresa destes “críticos” o filme não se utiliza de argumentos religiosos, usa a razão, a ciência e o direito.

Mas o melhor é ver sua surpresa ao constatarem as salas lotadas, cheias de pessoas desejando ter uma segunda opinião. Os argumentos pró-aborto nós conhecemos, temos contato com eles praticamente todos os dias em praticamente todos os meios, é preciso conhecer também o outro lado, os argumentos pró-vida, só assim poderemos realmente formar uma opinião coerente e é lamentável que haja quem queira esconder informações.

Não fique refém de opiniões de “críticos”, vá ao cinema e tire você mesmo suas conclusões, sendo você contrário ou a favor do aborto.

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Site do filme - www.bloodmoney.com.br

Um comentário:

  1. Agora, "quebrando o tabu" do Luciano huck, sobre a legalização da maconha, quem critica é aliendado, né?
    Eles colocam um cara falando contra, pra pagarem de imparciais e uma dezena falando a favor. É o mesmo que fizeram numa entrevista no Altas Horas.
    Era um cientista, Fernanda Montenegro, FHC e Marcelo D2 contra UM cientista que era contra. Meio que chacota, tipo "olhem como essa cara é ridiculo. Quem É esse otário? Só um cara que passou anos estudando a questão. Olhem como ele é ridículo. Escutem nós que somos legais.Temos até um ex presidente do nosso lado".
    Eu não vi esse debate, mas me disseram, e isso é o esperado, que o cara que era contra saiu totalmente desmoralizado.
    Por mim poderiam simplesmente falar "fumem muita maconha" que o resultado é o mesmo.

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