quarta-feira, 26 de março de 2014

Petrobras, Pasadena e o pesadelo Dilma


Algo muito comum para se analisar o sucesso de uma administração são os resultados apresentados por ela. Este, aliás, é um método muito condenado pelos que pensam à esquerda, porém, até que se mostrem outro método melhor, este continuará sendo utilizado por muito tempo quando o assunto for economia.

O fato é que a administração dos últimos anos da Petrobrás vem colocando a empresa estatal em uma complicada situação. Uma empresa não estatal, na situação da atual petrolífera brasileira já estaria próxima de jogar a toalha e cortar gastos, já que dificilmente teria como investir, mas a Petrobrás faz o oposto.

A interferência política, o congelamento de preços e o abandono do Etanol são bons exemplos que fazem com que a Petrobrás tenha o pior desempenho de sua história. O PT vem utilizando a Petrobrás como suporte de suas políticas e isso vem custando caro. Há apenas cinco anos atrás a Petrobrás estava em 12º no ranking das maiores empresas do mundo e hoje não aparece nem entre as 100 maiores, aparecendo apenas na posição 120º. A empresa saiu de um valor de mercado de 179 Bilhões de dólares em 2009 para apenas 76 Milhões de dólares agora.

Para piorar a situação, agora todo o país conhece a trágica negociação da refinaria de Pasadena, uma refinaria que custava cerca de 42 Milhões de dólares e que foi comprada por quase 2 Bilhões de dólares graças a uma assinatura da presidente Dilma. Mas o que levou ela a assinar este trágico contrato? Esperamos saber em breve com as investigações, o fato, entretanto, é que levamos um prejuízo de 1,5 Bilhão de dólares.


De certo só sabemos que o preço dos combustíveis, congelados desde 2005, vai chegar aos nossos bolsos e que o prejuízo da petrolífera será pago também com nosso dinheiro, afinal a Petrobrás é estatal e o petróleo é nosso, não é?

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